O que acontece na Disney fica na Disney

Peeeps, eu juro que não me esqueci de vocês, mas outubro estava de férias e eu levei a palavra muito a sério! Achei melhor esperar novembro para contar a vocês um pouquinho sobre esses dias maravilhosos que passei em Orlando!

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Para falar a verdade, acho praticamente impossível descrever felicidade! Se eu soubesse como, esse post seria infinito, porque foi exatamente assim que me senti durante esses dez dias mágicos no Walt Disney World Resort. É meio redundante o uso dessas palavras na mesma frase, acho que todo mundo sabe como os parques são maravilhosos e como é divertido e tudo mais. E sei que quem ainda não foi morre de vontade de conhecer! Mas o que não falta é site e blog e matérias sobre os parques e os brinquedos e as montanhas russas. Então resolvi, em vez de escrever sobre o que todo mundo já está cansado de saber (e muitos até já viveram essa experiência), falar dos bastidores e das coisas que vi e percebi.

Walt Disney queria transformar sonhos em realidade e ele de fato conseguiu, de forma que crianças e adultos vivem momentos mágicos e inesquecíveis a cada segundo que passam dentro de um parque. Isso é indiscutível. O que é incrível e você só percebe depois de crescido é que a atmosfera que a gente sente em grande parte é gerida pelos funcionários. Eles estão sempre sorrindo, desejando um ótimo dia, elogiando nossas blusas nerds, perguntando se estamos bem… se você está com o mapa aberto, eles perguntam se você quer ajuda. É impossível se sentir sozinho; o mais importante, é impossível se sentir deslocado, independentemente de onde você seja.

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O mais bacana é que os parques dão oportunidade para funcionários de todas as idades! Em uma das lojas no Hollywood Studios (antigo MGM), fiquei conversando com uma senhora de mais de setenta anos, que me atendeu com tanta boa vontade e tão animada que me deu até depressão só de pensar em voltar pro atendimento no Rio de Janeiro. Já no EPCOT, no pavilhão de cada país, eles abrem vagas todo ano para jovens dos respectivos países interessados em uma experiência de intercâmbio na Disney. Então, quando você entra no pavilhão do Japão, por exemplo, todos os funcionários ali são japoneses! Qualquer dúvida que você tenha sobre a língua, o país, a cultura, o produto ali vendido, eles tiram na hora! É só você saber abraçar a oportunidade!

Na Universal, apesar de eles vestirem uma identidade parecida, de bom humor, de bom atendimento, você não vê a mesma boa vontade gratuita e quantidade de sorrisos. E o público também não é tão infantil, então os funcionários acabam se preocupando mais com a rapidez do atendimento, em vez de prezar pela qualidade. Na fila da montanha russa dos dragões na parte do Harry Potter, por exemplo, uns rapazes que organizavam as filas estavam tão preocupados e automatizados que um deles foi até meio ríspido quando fiz uma pergunta e nem sequer olhou para mim para responder. A questão é: se você não é genuinamente altruísta e atento, trabalhar num parque desses é pedir para sofrer.

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Por outro lado, nos parques da Disney, você fica até meio atordoado no fim do dia, depois de ver tanto adulto agindo como se tivesse seis anos. É enlouquecedor. As pessoas são tão felizes, que volta e meia você acha que está numa realidade paralela ou, pior, num filme de terror bizarro e que, a qualquer momento, elas podem se transformar em criaturas monstruosas devoradoras de almas.

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Mas, sem brincadeira, eu já fui três vezes à Disney, em momentos diferentes da vida (e em épocas diferentes do ano também), e em todas elas eu aproveitei e absorvi da melhor maneira possível, e em cada uma vivi uma experiência única.

Imagine fazer a mesma coisa todos os dias, trabalhar nos mesmos lugares, conhecer as mesmas histórias e, ainda assim, ser capaz de proporcionar uma experiência singular para cada visitante do parque. Incrível!

Vocês conseguem imaginar o que seria o atendimento no Rio de Janeiro se funcionário E cliente tivessem pelo menos metade da mentalidade que tem a galera lá na Disney?

Outra coisa.

Ah! Banheiros! Que coisa mais desenvolvida, gente! Tudo automático, tudo organizado, nada falta, há milhões deles em tudo quanto é canto, então você nunca precisa esperar muito tempo! Coisa linda! E internet? Que 3G incrível! Funciona de verdade! É coisa de louco. Comprei um chip com número americano para passar os dez dias lá e, por mais maravilhoso que tenha sido, na verdade, nem precisei usá-lo tanto assim, porque quase todos os lugares têm wi-fi gratuito. Não tem nem senha, você vai lá e tchun.

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Me apaixonei também pelos outlets de coisas da Disney. TUDO na Disney é muito caro, tudo! Comida, brinquedo, água, café, roupa, enfim. Então, vale muito a pena comprar as coisas em “outlets” da Disney, espalhados por Orlando. Você encontra várias lojas assim, tem uma em cada esquina, quase. Sem contar o Walmart que tem muita coisa legal da Disney também… nos parques normalmente vale a pena comprar o que for lançamento, porque nessas lojas só se encontra coisas de estoque, que já saíram de linha, digamos assim. Enfim, se você é rycha(o) que nem eu, tem que ter paciência e procurar as coisas mais baratas para não ir à falência! Fica a dica!

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É claro que vou sentir saudade dos parques, da diversão, das férias, mas definitivamente é disso tudo aí em cima que eu falei que vou sentir mais falta!

E vocês? Já foram à Disney? Do que vocês mais gostaram?

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ViviMaurey