Meus 15 Anos

Meus 15 Anos já chegou nas lojas! Oba!
Quer saber mais um pouquinho? É só ler o post!

14453426825_a918390df2_b Uma festa de cinema! Este era o sonho de Bia, prestes a se tornar realidade em Meus 15 anos. Ela só não esperava que sua grande noite daria um filme – com direito a drama, romance, comédia e ação de tirar o fôlego. Bia é a protagonista do segundo romance da escritora carioca Luiza Trigo, que vem conquistando seu espaço entre o público adolescente e pré-adolescente desde sua estreia com Carnaval e que agora convida os leitores para uma superfesta. Aliás, para a festa.

Afinal, os 15 anos da Bia, a garota mais nerd e distraída do colégio, prometem surpreender muita gente. A começar pela metida e invejosa Jéssica, que logo se empenha em arrumar um jeito de estragar tudo, principalmente quando ela descobre o local da festa: nada menos que o Copacabana Palace. Outro que fica surpreso com a novidade é Thiago, o garoto mais bonito do nono ano e paixão platônica de Bia, até então praticamente invisível aos olhos dele…

Mas há também o Bruno, o melhor amigo de Bia, aquele com quem ela sempre pode contar – inclusive para ser seu príncipe na cerimônia; e, claro, as amigas inseparáveis Amanda, Roberta, Carol e Priscila, com quem ela pode dividir suas expectativas e inseguranças, alegrias e tristezas antes, durante e depois do grande dia. Ainda bem, pois a limusine estacionada na porta do prédio para levá-la ao Copacabana Palace era só a primeira de muitas surpresas que a noite traria.

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Alternando a narrativa entre os principais personagens, a autora apresenta os diferentes pontos de vista de cada um, o que torna o texto ainda mais dinâmico e divertido. Desde a entrega dos convites até o surpreendente desfecho, não só a protagonista, mas também as melhores amigas, a rival, o amigo que se revela mais que amigo, o garoto popular que se mostra um mané, todos contam um pouquinho dessa história movida a sonhos, paixões, ciúmes, alegrias, decepções e, principalmente, amadurecimento, amizade e amor.

Apaixonada por filmes, livros e música, Bia queria uma festa de cinema. No livro, repleto de referências à sétima arte – cada capítulo traz o título de um filme com o qual a garotada certamente vai se identificar –, ela acabou virando a estrela do mais importante deles: o filme da sua vida.

Leia o primeiro capítulo
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As fotos lindíssimas desse post são da Melina Souza do Blog Serendipity e as ilustrações fofíssimas são da Irena Freitas! #meus15anos

Como Treinar Seu Dragão 2

Tenho a impressão de que muita gente tem preconceito com filmes da Dreamworks. Como se eles fizessem os filmes “engraçados” e a Pixar fizesse os filmes “bons”. Isso é devido ao grande sucesso de Shrek (e suas sequências), e aí ninguém lembra que A Fuga das Galinhas, por exemplo, é da Dreamworks! Quando saiu o primeiro filme da série Como Treinar Seu Dragão, eu já sabia que ia me apaixonar. Tinha dragões, vikings e personagens muito geniais. Mas tenho que admitir: o segundo é ainda melhor.

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Como Treinar Seu Dragão 2 evolui o tema da tolerância, visto no primeiro filme, para mostrar o extremismo de certas opiniões e como elas podem prejudicar a sociedade. Os personagens principais não são mais crianças, e isso permite que os temas sejam mais pesados e profundos. Dois personagens do passado reaparecem: um deles mostra a poderosa sinergia entre os dragões e a natureza, e como eles podem viver muito bem sem os seres humanos, numa espécie de santuário de dragões; o outro utiliza a força e a violência para subjugar os animais e transformá-los em armas de guerra.

Soluço, sempre diplomático, acha que é possível convencer o vilão a conviver pacificamente com os dragões, já que ele conseguiu o mesmo feito com seu vilarejo no primeiro filme. Porém, como a mesma fórmula nunca funciona duas vezes seguidas, Berk acaba entrando em guerra com o vilão e seu exército de dragões, o que traz consequências irreversíveis.

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É importante destacar a incrível experiência 3D que esse filme proporciona, com cenas de vôo sensacionais. A Dreamworks está com uma animação cada vez mais refinada, que se destaca pelos seus detalhes e pelas particularidades no desenho de cada personagem, o que os torna mais únicos. O senso de humor continua muito presente na série, com piadinhas até nos momentos mais tensos. Destaque para as cenas de paquera entre Astrid e Soluço, para as peripécias de Banguela e para a rainha do alívio cômico do filme, Cabeçaquente.

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Como Treinar Seu Dragão 2 é demais. Com as doses certas de drama, aventura e romance, o filme consegue superar seu antecessor e aumentar a expectativa para o terceiro filme da série (que já tem data de estreia para 2016!). Pra finalizar, minha dica de sempre: levem lencinhos. Estou começando a desconfiar que sou chorona demais.

PostAutorLarissa

 

A Culpa é das Estrelas

Sinceramente, eu não sei nem como começar essa resenha porque passei o filme todinho chorando. (De verdade, comecei a chorar nos créditos iniciais). A dica é: se você ainda não leu o livro, corra pra ler agora e veja o filme depois.

Ilustração: Irena Freitas

 

A Culpa é das Estrelas é uma adaptação incrível, feita sob medida para os fãs do livro. Grande parte do filme é muito similar ao que eu tinha imaginado, e é engraçado perceber que o (pequeno) ponto fraco do filme é ser tão fiel ao livro. Todo mundo tem dificuldade com adaptações, né? Tanto que, muitas vezes, quem leu o livro sai da sessão dizendo “o livro é beeeem melhor que o filme”. O empecilho que a gente tem ao ver filmes adaptados de obras literárias é aceitar que os meios são diferentes e, portanto, as representações têm que ser um pouco diferentes pra ficar legal. A Culpa é das Estrelas faz o caminho inverso da maioria das adaptações: o filme é MUITO parecido com o livro. Mas aí que entra o negócio: nem sempre falas/atitudes que funcionam em um livro vão ter o mesmo efeito em um filme. Esse é um defeito muito sutil. Tirando essa besteirinha, o filme é maravilhoso, incrível, e o que mais me fez chorar no cinema até hoje.

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As atuações estão todas muito legais, mas tenho que tirar o chapéu para a interpretação da Shailene Woodley (Hazel). Essa menina ainda vai ganhar um Oscar, pode anotar. Ela conseguiu captar a essência da Hazel e transformá-la em uma personagem de carne e osso. Em alguns momentos, eu cheguei a esquecer que ela não era a Hazel de verdade. Shailene tem uma leveza impressionante na hora de atuar e isso a faz se destacar em meio ao ótimo elenco.

"Uma metáfora!"

“Uma metáfora!”

Ansel Elgort conseguiu passar pra tela o que a gente se nega a ver no Augustus quando lê o livro pela primeira vez: o fato de que ele não é um herói, nem um cara perfeito, mas um menino romântico e propenso a atos exagerados, que ficam muito mais claros no filme. William Dafoe, o Duende Verde do Homem Aranha, também faz um ótimo papel como Peter Van Houten. Outros destaques são a mãe da Hazel e Isaac, capazes de tirar tanto sorrisos quanto lágrimas da sala de cinema.

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A trilha sonora é DEMAIS! Preparem-se pra sair do filme loucos pra comprar o CD, porque é incrível. As músicas foram feitas especialmente para o filme e tem muito artista legal, como Ed Sheeran, Birdy, Lykke Li e Charli XCX. Vou deixar aqui o clipe de Boom Clap, cheio de cenas do filme, para vocês ficarem com mais vontade de assistir!

Acho importante destacar que eu nunca tinha visto um filme no cinema com tanta gente fungando ao mesmo tempo. Foi chororô coletivo, e nem era a estreia nem nada! Então fica a dica, levem uns lencinhos (ou um lençol!) caso não queiram sair cheios de catarro na roupa.

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PostAutorLarissa